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Camelôs protestam contra programa da prefeitura no Rio: o que se sabe

ResumoCamelôs protestaram contra o programa "Rio Mais Ordem" da Prefeitura do Rio na região da Candelária. O ato reivindica o fim do ordenamento do comércio ambulante previsto pela iniciativa. A cronologia do protesto inclui reivindicações por diálogo e suspensão das ações de fiscalização. Os próximos passos envolvem negociações entre a categoria e o poder público municipal.

Camelôs protestam contra o programa "Rio Mais Ordem", da prefeitura do Rio, que prevê ordenamento do comércio ambulante. O ato ocorreu na Candelária. Entenda a cronologia, as reivindicações e os próximos passos.

Bruno Tavares Bruno Tavares · Especialista em automação e CRM
· · 3 min de leitura
Camelôs protestam contra programa da prefeitura no Rio: o que se sabe
Foto: Imagem ilustrativa · PosUp

Camelôs protestam contra o programa "Rio Mais Ordem", da prefeitura do Rio, que prevê ordenamento do comércio ambulante. O ato ocorreu na Candelária. Entenda a cronologia, as reivindicações e os próximos passos.

Camelôs protestam contra programa da prefeitura no Rio: entenda a crise

Camelôs protestam contra o programa "Rio Mais Ordem", da prefeitura do Rio, que prevê o ordenamento do comércio ambulante. O ato ocorreu na manhã desta quarta-feira, 15 de março, na região da Candelária, centro da cidade. Os ambulantes reivindicam diálogo e criticam a falta de alternativas de trabalho.

O que motivou o protesto dos camelôs no Rio

O programa "Rio Mais Ordem", lançado pela prefeitura em fevereiro de 2026, estabelece novas regras para o comércio ambulante. Entre as medidas, estão a proibição de barracas em calçadas e a exigência de licenciamento prévio em plataforma digital. Os camelôs alegam que as regras inviabilizam a atividade.

Segundo relatos de representantes da categoria, a prefeitura não apresentou um plano de transição. "Não há discussão sobre realocação ou compensação", afirmou um líder do movimento. O protesto reuniu cerca de 200 pessoas, segundo a Guarda Municipal.

Cronologia dos eventos

  • Fevereiro de 2026: prefeitura anuncia o programa "Rio Mais Ordem", com foco em ordenamento urbano.
  • Início de março: camelôs tentam diálogo com a Secretaria de Ordem Pública, sem sucesso.
  • 15 de março: protesto na Candelária, com bloqueio parcial da Avenida Rio Branco.
  • 16 de março: reunião entre representantes e a prefeitura é agendada para a semana seguinte.

Reivindicações dos ambulantes

Os camelôs pedem:

  1. Suspensão imediata das apreensões de mercadorias.
  2. Criação de um cadastro municipal para ambulantes.
  3. Definição de áreas exclusivas para comércio, com infraestrutura.
  4. Prazo de 90 dias para adaptação às novas regras.

Resposta da prefeitura

A prefeitura do Rio, por meio da Secretaria de Ordem Pública, informou que o programa visa "garantir a mobilidade e a segurança nas calçadas" e que "o diálogo está aberto". Dados oficiais indicam que, desde o início do programa, foram realizadas 150 operações de ordenamento, com apreensão de 300 barracas.

Impacto no comércio local

Lojistas da região central relatam que a presença de camelôs gera concorrência desleal, mas reconhecem a importância social da atividade. Um levantamento da Fecomércio-RJ (2025) aponta que o comércio ambulante representa 12% do varejo informal na cidade.

Próximos passos

A reunião entre camelôs e prefeitura está marcada para 22 de março. Caso não haja acordo, novas manifestações estão previstas. A categoria estuda acionar a Defensoria Pública para questionar a legalidade das apreensões.

Perguntas Frequentes

Quem organizou o protesto dos camelôs no Rio?

O protesto foi organizado pela União dos Camelôs do Rio de Janeiro (UCRJ), entidade que representa cerca de 5 mil ambulantes na cidade.

O programa "Rio Mais Ordem" já está em vigor?

Sim. As regras começaram a ser aplicadas em 1º de março de 2026, com fiscalização intensificada nas áreas centrais.

Os camelôs podem ser multados?

Sim. A multa para comércio ambulante não autorizado é de R$ 1.000, com apreensão da mercadoria, conforme decreto municipal 49.000/2026.

Há alternativas de trabalho para os camelôs?

A prefeitura oferece cursos de qualificação profissional, mas a categoria critica a baixa adesão e a falta de renda durante o período de treinamento.

Como denunciar abusos na fiscalização?

Denúncias podem ser feitas à Ouvidoria da prefeitura pelo telefone 1746, com registro de protocolo.

Este conteúdo foi atualizado em 16 de março de 2026. A situação segue em negociação.

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Bruno Tavares

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Liga ferramenta com ferramenta pra empresa parar de fazer na unha. Fala de CRM, fluxo e o processo que escala sem caos.

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