Polícia faz operação contra venda de medicamentos abortivos no Rio
Policiais civis cumprem nesta quarta-feira (9) cinco mandados de busca e apreensão contra suspeitos de divulgar e vender ilegalmente medicamentos abortivos pela internet. Saiba como o esquema operava e o que a investigação apura.
Policiais civis cumprem nesta quarta-feira (9) cinco mandados de busca e apreensão contra suspeitos de divulgar e vender ilegalmente medicamentos abortivos pela internet. Saiba como o esquema operava e o que a investigação apura.
Policiais civis cumprem nesta quarta-feira (9) cinco mandados de busca e apreensão contra suspeitos de divulgar e vender ilegalmente medicamentos abortivos pela internet. A ação é da Polícia Civil do Rio de Janeiro, que apura a comercialização das substâncias por perfis de redes sociais e aplicativos de mensagens.
A investigação também mira os crimes de falsificação, corrupção, adulteração de produtos destinados a fins terapêuticos ou medicinais, além de incitação e apologia ao crime. Ou seja, não é só a venda em si, mas toda a cadeia de divulgação e o risco à saúde de quem compra.
Segundo a polícia, contas de redes sociais publicavam conteúdos relacionados à interrupção da gravidez, como vídeos intitulados "Como fazer um aborto seguro" e "Ajuda com positivo indesejado". A partir daí, as pessoas interessadas eram direcionadas a canais de atendimento privado, onde o produto era vendido. O esquema usava diferentes contas e linhas telefônicas para escapar do rastreamento.
Se você já se deparou com esse tipo de anúncio, o alerta é claro: o produto pode ser falsificado, adulterado ou sem qualquer garantia sanitária. Não é só ilegal, é perigoso. A venda de medicamentos abortivos sem prescrição e fora dos canais oficiais coloca a saúde em risco direto.
A operação desta quarta-feira mostra que o cerco a essas práticas está fechando. Para quem busca informações sobre saúde reprodutiva, o caminho correto é sempre o sistema público de saúde ou um profissional habilitado, nunca um perfil anônimo nas redes.
A Polícia Civil do Rio não detalhou quantas pessoas foram alvo dos mandados nem se houve prisões. A investigação segue em andamento para identificar toda a rede envolvida.
como denunciar crimes pela internet riscos de comprar medicamentos sem prescrição
Aline Furtado
Colunista de carreira e mercado tech
Mapeia o mercado de trabalho de tecnologia e marketing por dentro. Fala de transição, salário e a real do home office.
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